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Design: jovem foi de aprendiz a mestra da criação

Por que você decide encarar desafios, como voltar a estudar? A resposta mais comum em perguntas como essas é: para realizar um sonho! Foi assim com a Patrícia Paula Marini, que se realizou profissionalmente com a profissão de Design Gráfico.

Ela, assim como milhões de brasileiros, precisava se especializar mas não tinha tempo, nem recursos, para encarar um curso universitário. Somado a isso, nenhum curso que ela pesquisava no âmbito universitário a atraia para ingressar na faculdade. Outro fator que não deixava ela confortável em cursar uma faculdade era o fato de ser mãe.

“Eu engravidei muito nova e acabei deixando os estudos de lado, mas mesmo assim, até então, eu nem sabia o que cursar em uma faculdade, o que eu escolheria, pois nada me empolgava. Comecei a trabalhar e durante as atividades no emprego, foi surgindo a necessidade de me especializar, mas queria algo que fosse dinâmico, algo que não tomasse muito do meu tempo pelo fato de trabalhar o dia todo, por ter uma filha e ainda morar sozinha e ter que cuidar da casa e de todos os afazeres domésticos”, conta Patrícia.

Sem perceber, o design já fazia parte da rotina


No começo a Patrícia nem se deu conta, mas ela já estava imersa no mundo do Design Gráfico. No antigo emprego ela tinha que realizar várias atividades que somente alguém com aptidão para ser uma designer poderia realizar. Ela logo percebeu que tudo que vinha fazendo se encaixava no design, o que aumentou o interesse dela em pesquisar mais sobre o assunto e a profissão.

Naquela empresa em que eu trabalhava eu comecei, meio que sem querer, a fazer convites e outros trabalhos ilustrados mas, até então, eu não sabia nada de design. Aí começaram outros desafios como cartões de visita, folders, cardápios e diversos serviços, sempre envolvendo a arte de criar, envolvendo o design gráfico. Fui me virando como podia com a ajuda de outras pessoas e, inclusive, procurando mais informações na internet. Nesse meio tempo eu me encontrei profissionalmente. Eu encontrei o que eu gostava de fazer e foi nesse momento que resolvi procurar um curso para aprimorar meus conhecimentos porque, agora, eu tinha certeza do que queria fazer”, enfatiza Patrícia.

Ninguém avança sem qualificação!


A Patrícia, depois de perceber que já estava imersa no mundo de criações, imersa no design, começou a procurar cursos renomados para investir e começar o quanto antes sua qualificação que tanta diferença faz para o currículo e para o dia a dia profissional.

Mas, como já mencionamos no começo do artigo, ela precisava de algo dinâmico, um curso universitário era dispendioso demais e ela tinha uma filha, os afazeres da casa e do trabalho para dar conta. Foi aí que surgiu o encontro com uma das maiores e melhores redes de ensino profissionalizantes do Brasil, que logo a conquistou por proporcionar tudo que ela desejava em um curso como a qualidade, agilidade e dinamismo.

“No começo foi desafiador e tive um pouco de medo, dependia de outras pessoas para ficar com a minha filha, tinha medo de assumir um compromisso e não concluir, mas consegui e está sendo muito bom, a gente se sente em casa no Instituto Mix, é uma ótima escola, definitivamente, aqui me encontrei e me aproximei ainda mais com o Design Gráfico”, afirma Priscila.

A ideia era se especializar em design, mas logo houve mudanças


Um dos pontos positivos de um curso profissionalizante é que há o constante incentivo ao empreendedorismo. Além do ensino de uma profissão com as aulas práticas e teóricas, empresas como o Instituto Mix de Profissões sabem que cada aluno tem potencial gigantesco para abrir seu próprio negócio. De investir seu tempo e seu dinheiro para ser dono do seu estabelecimento.

Tal incentivo e apoio não é encontrado com a mesma facilidade nas universidades que, com o tempo, se tornam maçantes, caras e cansativas para os alunos em geral. Muitas vezes as faculdades preparam profissionais para serem assalariados, sem dar o devido apoio e entusiasmo para o empreendedorismo. Obviamente há exceções, mas via de regra boa parte do ambiente acadêmico não prepara futuros empresários, apenas funcionários.

A Patrícia, assim como tantos alunos que entram em um curso profissionalizante, não sabia de todo o seu potencial para empreender. Mas logo essa percepção mudou rapidamente.

“Entrei com a ideia de me especializar, mas com 3 meses fazendo o curso eu acabei saindo do meu antigo emprego e me deparei sem ter para onde ir. Faziam 9 anos que trabalhava nessa empresa então no começo foi um susto. Após o susto, eu comecei a pensar que não adiantava eu procurar outros empregos se o que eu amava fazer era criar artes, mexer com papel, dar asas à imaginação por meio do design”, conta a designer.

Nesse meio tempo a família teve um papel importante nesse processo. Ela conta que a irmã dela também estava desempregada quando surgiu a ideia de abrir um negócio conjunto. A mãe também fez questão de apoiar as filhas na empreitada.

“Tivemos medo no começo, mas é como dizem: se a gente faz o que gosta, e com amor, não tem como não dar certo! A nossa mãe ajudou e investiu em nós, apostou e nos apoiou em tudo, teve algumas outras pessoas que foram essenciais nesse processo de encorajamento e sou muito grata a cada uma delas. Tivemos, temos, e sei que teremos muitos desafios, mas hoje me sinto muito mais preparada para encará-los”, conta Patrícia.

O poder do estudo e os planos futuros com o design


Hoje elas contam com um pequeno escritório e já possuem uma boa clientela. Ainda há os desafios a serem vencidos, agravados com a questão da crise causada pela pandemia. Mas as coisas já estão melhorando.

A Patrícia reforça que se ela chegou até aqui, foi graças a sua percepção de que o estudo era uma peça fundamental nesse processo. “Sem estudos, sem conhecimento, não somos nada. A todo momento o mundo está se atualizando e precisamos estar preparados para as mudanças, as tendências e todas as novas formas de trabalhar, interagir e de se comunicar, ser designer é saber que você estará em constante aprendizado”, enfatiza Patrícia.

Para o futuro ela planeja estudar ainda mais, buscar coisas novas e tornar a empresa delas como referência em design. “Se Deus quiser, seremos as maiores e melhores da região”, afirma entusiasmada a jovem designer.  

Para mais informações sobre o curso que a Patrícia fez, você pode acessar esse link.

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